Fronteiras Cruzadas: Sete Anos de Experiências Colaborativas

Desde sua fundação, o Fronteiras Cruzadas tem se destacado como um espaço interdisciplinar e multicultural que articula esforços entre academia, movimentos sociais e comunidades migrantes. O nome do Fórum, que significa “fronteiras que cruzam” em crioulo haitiano, reflete sua ligação com a mobilização dos imigrantes, especialmente os haitianos, e sua atuação em diversos territórios sociais e políticos.

O artigo, publicado no dossiê Migração e refúgio: temas emergentes no Brasil (NEPO/UNICAMP, 2024), sintetiza sete anos de atividades, incluindo eventos interculturais, projetos de extensão universitária e campanhas em defesa dos direitos das populações migrantes, expulsas e refugiadas. Destaca-se a importância da construção de epistemologias colaborativas que colocam as práticas e saberes dos migrantes no centro da produção do conhecimento.

Além de relatar os principais marcos e parcerias do Fórum, o texto aborda desafios enfrentados ao longo da trajetória, a atuação durante a pandemia da Covid-19, e a construção de redes sociotécnicas que promovem o protagonismo migrante e a luta contra o racismo e a xenofobia.

Acesse o documento completo com a história, metodologia e depoimentos do Fórum Fronteiras Cruzadas abaixo.

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Seminario Sentipensares de las Migraciones 2025: Testimonios sobre Violencias Fronterizas

El seminario Sentipensares de las Migraciones: experiencias encarnadas de migrantes en América Latina, que se realiza los días 27, 28 y 29 de noviembre en la UACM Plantel San Lorenzo Tezonco, presenta testimonios directos que revelan las violencias estructurales y obstáculos administrativos que enfrentan migrantes centroamericanos, haitianos y otras comunidades en tránsito por la región.

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Peabiru thaki: rota ancestral

Pesquisadores indígenas conduzirão uma caminhada pelos caminhos urbanos do Peabiru, rota de intercâmbios econômicos e culturais utilizada por povos indígenas há milhares de anos. O percurso, realizado no Centro Histórico de São Paulo, propõe reflexões sobre memória, presença e influência dos povos originários no território onde hoje se encontra o Sesc Carmo.

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Socióloga estudou a realidade dos decasséguis brasileiros

A socióloga brasileira-descendente de japoneses pesquisou a realidade dos decasséguis, imigrantes brasileiros no Japão que enfrentam trabalho precarizado e desigualdade de gênero. Através de estudos de mestrado e doutorado, ela investigou a condição dos trabalhadores imigrantes, especialmente das mulheres, em meio à crise econômica e às transformações do mercado de trabalho. Sua pesquisa destaca a vulnerabilidade e os desafios sociais dessa comunidade, contribuindo para debates sobre trabalho, migração e direitos sociais.

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